Patologicamente incorreto,
Certamente correto:
Sua atitude não está normal,
Senhora querida,
E não posso me enganar dessa certeza.
Dura nostalgia
De uma amizade flexível,
Cheia de bons acontecimentos...
Que eu te fiz?
Que me fizestes?
Perdôo-te do sofrimento
Que me causastes
De me por nesta dúvida,
Mas não posso me perdoar
Se não ver meus lábios, língua
E laringe recitando o clássico ditado:
Desculpas.
Daí em diante,
Tu deves ser deliberante e sábia.
Não exijo satisfação...
Não devo e nem me darei ao pecado
De insistir em uma opção.
Decida: perdão e paz ou vingança e guerra.
domingo, 19 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
céu azul à noite
Noite clara,
A luz do sol perfura a lua,
E penetra por esta atmosfera
Sem azul.
Azul são minhas lágrimas,
Azuis como o mar,
Por onde jogo um poema,
Esperando que Poseidon agradeça.
Pacificas as águas,
Pois falta-lhes,
Alguém para lhes provocar.
Os turistas já sonham acordados,
Mas querem dormir sem sonhar,
Pois difícil é lutar
E fácil é desistir.
Azuis também são meus sonhos,
Pois amanhã tudo pode acontecer,
E sofro de medo,
Do próprio sofrimento.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
tento outra vez
Você me deixou
À espera de algum milagre,
E sei que em ti
Irei encontrá-lo,
Querida.
Das coisas que eu te fiz,
Você pensou que era apenas brincadeira,
Mas o meu amor não é,
Não obstante, já está tão grande,
Que já não parece ser verdade.
Tentarei outra vez,
Pois sou persistente,
E não desisto de meus sonhos.
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