quinta-feira, 2 de junho de 2011

céu azul à noite


Noite clara,
A luz do sol perfura a lua,
E penetra por esta atmosfera
Sem azul.

Azul são minhas lágrimas,
Azuis como o mar,
Por onde jogo um poema,
Esperando que Poseidon agradeça.

Pacificas as águas,
Pois falta-lhes,
Alguém para lhes provocar.

Os turistas já sonham acordados,
Mas querem dormir sem sonhar,
Pois difícil é lutar
E fácil é desistir.

Azuis também são meus sonhos,
Pois amanhã tudo pode acontecer,
E sofro de medo,
Do próprio sofrimento.

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